Zé Kéti – Biografia

 

José Flores de Jesus nasceu no bairro de Inhaúma, em 16 de setembro de 1921, embora tivesse sido registrado, em 6 de outubro. Em 1924, foi morar em Bangu na casa do avô, o flautista e pianista de João Dionísio Santana, que costumava promover reuniões musicais em sua casa, das quais participavam nomes famosos da música popular brasileira como Pixinguinha, Cândido (Índio) das Neves, entre outros. Filho de Josué Vale da Cruz, um marinheiro que tocava cavaquinho, cresceu ouvindo as cantorias do avô e do pai. Após a morte do avô, em 1928, mudou-se para a Rua Dona Clara.

Zé Ketti
Zé Ketti

 

Sambas:

Ouças 15 sambas de autoria de Zé Ketti na "playlist" abaixo, ou cada samba individualmente no final do post, com suas respectivas letras. Lembrando que pelo tamanho da obra de Zé Ketti, outra Playlist será em breve publicada, com certeza.

  1. Sorri (de Élton Medeiros e Zé Ketti; por Teresa Cristina)
  2. Acender as velas (de Zé Ketti; por Zé Ketti)
  3. 400 Anos de Favela (de Zé Ketti; por Casuarina e Pedro Miranda)
  4. Foi ela (de Zé Ketti; por Zé Renato)
  5. Diz que fui por aí (de Hortêncio Rocha e Zé Ketti; por Nara Leão)
  6. Nêga Dina (de Zé Ketti; por Zé Ketti)
  7. Jaqueira da Portela (de Zé Ketti; por Paulinho da Viola)
  8. A voz do morro (de Zé Ketti; por Noite Ilustrada)
  9. Malvadeza durão (de Zé Ketti; por Zé Ranato)
  10. Psiquiatra (de Élton Medeiros e Zé Ketti; por Élton Medeiros)
  11. Mascarada (de Zé Ketti; por Zé Ketti)
  12. Leviana (de Zé Ketti; por Moacyr Luz e Armando Marçal)
  13. Drama universal (de Zé Ketti; por Roberto Ribeiro)
  14. Máscara negra (de Pereira Matos e Zé Ketti; por Zé Ketti)
  15. O meu pecado (de Nelson Cavaquinho e Zé Ketti; por Paulinho da Viola)

 

Zé Ketti
Zé Ketti

Aos 13 e Quatorze, quando morava no subúrbio de Piedade, foi levado por Geraldo Cunha, compositor do G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira e parceiro de Carlos Cachaça, para assistir a ensaios daquela escola, seu primeiro contato com a música dos morros. Mais tarde, mudou-se para o subúrbio de Bento Ribeiro e foi levado para o G.R.E.S. da Portela pelo compositor, e depois presidente da escola, Armando Santos. Em 1940, ingressou na Polícia Militar, onde serviu por três anos. Em 1945, entrou para o grupo de compositores da Portela escola que mais tarde assumiu como a sua de coração. Em 1950, afastou-se da escola por problemas em relação à autoria de algumas composições e foi para a União de Vaz Lobo, só retornando à Portela no início da década de 1960. Em 1951, obteve seu primeiro grande sucesso com o samba "Amor passageiro", parceria com Jorge Abdala gravado por Linda Batista. Em 1955, sua carreira começou a deslanchar quando seu samba "A voz do morro", gravada por Jorge Goulart, fez enorme sucesso na trilha do filme "Rio 40 graus", de Nelson Pereira dos Santos.

Zé Quietinho ou Zé Quieto eram os seus apelidos de infância. Quieto virou Kéti porque a inicial K do nome artístico era a letra que na época era vista como de sorte, nomeava estadistas como Kennedy, Krushev e Kubitscheck. O próprio sambista divulgou a versão numa de suas falas do Show Opinião, estrelado por ele de 1964 a 1965 ao lado de Nara Leão e João do Vale.

Zé Ketti
Zé Ketti

Retornou a Portela e, em 1960, participou das atividades musicais do restaurante Zicartola, atuando como apresentador dos velhos compositores, ainda então desconhecidos do público, como Cartola e Nelson Cavaquinho, e dos novos, como Paulinho da Viola e Élton Medeiros. Em 1961 lançou, na quadra de ensaios da Portela, o samba "Portela Querida", obtendo sucesso. Nesse ano ainda, o cantor Germano Matias gravou com êxito o samba "Malvadeza Durão". Em 1962, o compositor, aproveitando o sucesso do samba "A voz do morro", idealizou um conjunto homônimo que começou a ensaiar com a participação de Nelson Cavaquinho, Cartola, Élton Medeiros e Jair do Cavaquinho. Em 1964, ao lado de Nara Leão e João do Vale, encenou o Show Opinião, em que lançou alguns sambas de sucesso, como "Opinião", "Acender as velas" e "Diz que fui por aí" (com Hortêncio Rocha). Também em 1964, Germano Matias lançou "Nega Diná" e "O assalto" e, no ano seguinte, o compositor recebeu convite da Musidisc para gravar seus sambas numa fita a ser entregue aos cantores da gravadora, para escolha de repertório. Lá compareceu, levando outros sambistas até então desconhecidos, como Paulinho da Viola, Anescarzinho do Salgueiro, Élton Medeiros, Jair do Cavaquinho, Oscar Bigode e Zé Cruz, que fizeram o acompanhamento e apresentaram seus sambas. A gravadora resolveu lançar então o LP Roda de samba, com o conjunto de sambistas denominado A Voz do Morro, concretizando antigo plano seu. Esse mesmo conjunto, com Nelson Sargento, gravou mais dois LPs, um pela Musidisc (1965) e outro pela RGE (1968). O compositor teve ainda dois sambas, em parceria com Élton Medeiros – "Mascarada" e "Samba original" – gravados no LP Na madrugada, interpretado por Paulinho da Viola e Élton Medeiros, lançado pela RGE em 1966. Para o Carnaval de 1967, compôs a marcha-rancho "Máscara negra" (com Hildebrando Pereira Matos), embora a primeira parte tenha sido atribuída ao irmão deste, Deusdedith Pereira Matos. Foi um dos maiores êxitos de sua carreira. Nos anos seguintes, viveu um período de esquecimento na música do Brasil. Durante a década de 1980, Zé Ketti morou em São Paulo. Em 1987, no início de julho, teve o primeiro derrame cerebral.

Zé Ketti
Zé Ketti

Discografia de Carreira

 

 

Em 1995, voltou para o Rio e foi morar com uma das filhas. Continuou compondo, cantando e lançou um disco. Em 1997, recebeu da Portela um troféu em reconhecimento pelo seu trabalho e participou da gravação do disco Casa da Mãe Joana. Em 1998, ganhou o Prêmio Shell pelo conjunto de sua obra: mais de 200 músicas. Nesta noite foi homenageado por muitos músicos da Portela, entre eles, Paulinho da Viola, Élton Medeiros, Monarco e a própria Velha Guarda, em show dirigido por Sérgio Cabral e encenado, em noite única, no Canecão do RJ. Em agosto, com a morte de sua ex-mulher, entrou em profunda depressão. Morreu a 14 de novembro, aos 78 anos, de falência múltipla dos órgãos.

Zé Ketti
Zé Ketti

Atento ao seu povo e ao seu tempo, o poeta Zé Ketti mostrou-se um verdadeiro cronista. Vistos principalmente de cima do morro, problemas do Rio e do Brasil foram registrados em seu canto. Não nasceu no morro, mas teve oportunidade de ali viver por um tempo, ou mesmo sempre freqüentar. Assim, passa a compreender aquele universo marginalizado. Em “Acender as velas”, por exemplo, denuncia a miséria que matava as crianças, em vista da desassistência e dificuldades. “É mais um coração / Que deixa de bater / Um anjo vai pro céu (...) O doutor chegou tarde demais / Porque no morro / Não tem automóvel pra subir / Não tem telefone pra chamar / E não tem beleza pra se ver / A gente morre sem querer morrer”. É claro que hoje o morro não é bem assim. Os problemas são outros. No samba “Os Tempos Mudaram”, samba feito há mais de 15 anos, Zé Ketti denuncia a criminalidade, que, aliás, persiste: “Já não se pode andar nas ruas da cidade / Meu povo está com medo / Do Rio de Janeiro antigo só saudade / (...) Meu samba está de luto / Envergonhado com a criminalidade.” Mas não fica só no Rio: “Qualquer cidade grande / Sofre do mesmo mal / Na Avenida São João / No cruzamento da Ipiranga / Os trombadinhas vão correndo / Do policial / Até chegar a marginal” E termina: “De norte a sul do meu país / Não há mais coração feliz / O rico assalta por vaidade / Na impunidade / E o pobre por necessidade.” Precisa dizer mais alguma coisa? São muitas a crônicas deixadas por esse sambista, sensível e muito ligado ao mundo que o cercava. Esses dois sambas aqui mostrados são parcos exemplos, mas que dão bem a grandiosidade desse poeta-cidadão.

 

  1. Sorri

    (de Élton Medeiros e Zé Ketti; por Teresa Cristina)

    Sorri
    Depois do beijo, sorri
    Depois do abraço, parti
    Marcamos um novo encontro
    Tu não vieste
    Fiquei triste
    A luz cheia fez-me sorrir
    Depois do beijo, sorri
    Depois do abraço, senti
    Muitas saudades de ti

    Amei
    Porque amor por ti
    Eu tinha demais te adorei
    E tu roubastes a minha alegria de viver
    Eu chorei
    E depois eu sorri...

  2. Acender as velas

    (de Zé Ketti; por Zé Ketti)

    Acender as velas já é profissão
    Quando não tem samba, tem desilusão

    É mais um coração que deixa de bater
    Um anjo vai pro céu
    Deus me perdoe, mas vou dizer

    O doutor chegou tarde demais
    Porque no morro
    Não tem automóvel pra subir
    Não tem telefone pra chamar
    E não tem beleza pra se ver
    E a gente morre sem querer morrer

  3. 400 Anos de Favela

    (de Zé Ketti; por Casuarina e Pedro Miranda)

    400 Anos de Favela
    Sem água, com mágoa
    400 Anos de Favela
    Sonhando com ela

    Arranjou um moço da cidade
    Hoje ela tem vida melhor
    400 Anos de Favela
    E eu só levando a pior

    Barracão de zinco perfurado
    Quando chove durmo no molhado
    De sofrer eu já estou cansado
    Vivo tão sozinho, abandonado

    O meu barração é tão triste é só saudade
    Saudade, saudade

  4. Foi ela

    (de Zé Ketti; por Zé Renato)

    Foi ela
    Quem quis partir
    Foi ela
    Quem quis descer
    Deixou-me aqui no morro
    Deixou-me sem dó a sofrer

    O meu tamborim eu furei
    O meu violão já quebrei
    Não posso contar as lágrimas
    Que tanto derramei

    O meu barraco coitado
    Está quase caindo
    O poço já secou
    E a criação está sumindo
    Os móveis estão bem empoeirados
    Na mesa de cabeceira
    Vejo o retrato dela desbotado

    Foi, foi, foi
    Não voltou
    Sem ela não há mais samba no morro
    Tudo para mim se acabou

  5. Diz que fui por aí

    (de Hortẽncio Rocha e Zé Ketti; por Nara Leão)

    Se alguém perguntar por mim,
    Diz que fui por aí,
    Levando o meu violão debaixo do braço,
    Em qualquer esquina eu paro,
    Em qualquer botequim eu entro,
    E se houver motivo,
    É mais um samba que eu faço,
    Se quiserem saber se eu volto,
    Diga que sim,
    Mas só depois que a saudade,
    Se afastar de mim.

    Tenho um violão para me acompanhar,
    Tenho muitos amigos, eu sou popular,
    Tenho a madrugada como companheira,
    A saudade me dói, em meu peito me rói,
    Eu estou na cidade, eu estou na favela,
    Eu estou por aí, sempre pensando nela.

  6. Nêga Dina

    (de Zé Ketti; por Zé Ketti)

    A Dina subiu o morro do Pinto
    Pra me procurar
    Não me encontrando, foi ao morro da Favela
    Com a filha da Estela
    Pra me perturbar
    Mas eu estava lá no morro de São Carlos
    Quando ela chegou
    Fazendo um escândalo, fazendo quizumba
    Dizendo que levou
    Meu nome pra macumba

    Só porque faz uma semana
    Que não deixo uma grana
    Pra nossa despesa
    Ela pensa que minha vida é uma beleza
    Eu dou duro no baralho
    Pra poder viver
    A minha vida não é mole, não
    Entro em cana toda hora sem apelação
    Eu já ando assustado, sem paradeiro
    Sou um marginal brasileiro

  7. Jaqueira da Portela

    (de Zé Ketti; por Paulinho da Viola)

    Quem é que não se lembra
    Da jaqueira
    Da jaqueira da Portela
    Velha jaqueira
    Amiga e companheira
    Eu sinto saudades dela
    Guardei algumas folhas para recordação
    Ninguém fez, mas eu fiz a minha oração
    Na hora do seu sacrifício eu penei
    Ninguém me viu chorar
    Mas juro que chorei

    Acompanhou as nossas glórias
    Nossas vitórias
    Em idos carnavais
    Eu quero morrer sambando
    Assim que nem ela
    Minha fiel jaqueira
    Saudosa companheira
    Que caiu pra defender nossas cores
    Hoje nossa estrada só tem flores

  8. A voz do morro

    (de Zé Ketti; por Noite Ilustrada)

    Eu sou o samba
    A voz do morro sou eu mesmo sim senhor
    Quero mostrar ao mundo que tenho valor
    Eu sou o rei do terreiro

    Eu sou o samba
    Sou natural aqui do Rio de Janeiro
    Sou eu quem levo a alegria
    Para milhões, de corações brasileiros

    Mais um samba, queremos samba
    Quem esta pedindo é a voz do povo do pais
    Viva o samba, vamos cantando
    Essa melodia, do Brasil feliz

  9. Malvadeza durão

    (de Zé Ketti; por Zé Renato)

    Mais um malandro fechou o paletó
    Eu tive dó, eu tive dó
    Quatro velas acesas em cima de uma mesa
    E uma subscrição para ser enterrado

    Morreu Malvadeza Durão
    Valente, mas muito considerado

    Céu estrelado, lua prateada
    Muitos sambas, grandes batucadas
    O morro estava em festa quando alguém caiu
    Com a mão no coração, sorriu

    Morreu Malvadeza Durão
    E o criminoso ninguém viu

  10. Psiquiatra

    (de Élton Medeiros e Zé Ketti; por Élton Medeiros)

    Chega de falar
    Não agüento mais
    A sua cabeça está fora de lugar
    Eu vou lhe levar ao psiquiatra
    Por qualquer motivo você me maltrata
    Você é nervosa, cheia de mania
    Esse nosso caso afastou minha alegria
    Mas se lhe abandono fico sem ninguém
    (Muito bom, muito bem)
    Assim eu vou vivendo com você
    Enquanto Deus quiser
    Estou desconfiado, isso é amor...
    (Minha flor)
    Se for de hoje em diante
    Eu serei o seu doutor

  11. Mascarada

    (de Zé Ketti; por Zé Ketti)

    Vejo agora esse teu lindo olhar
    Olhar que eu sonhei
    E sonhei conquistar
    E que num dia afinal conquistei, enfim

    Findou-se o carnaval
    E só nos carnavais
    Encontrava-me sem
    Encontrar este teu lindo olhar, porque

    O poeta era eu
    Cujas rimas eram compostas
    Na esperança de que
    Tirasses essa máscara
    Que sempre me fez mal
    Mal que findou só
    Depois do carnaval

  12. Leviana

    (de Zé Ketti; por Armando Marçal e Moacyr Luz)

    O azar é seu
    Em vir me procurar
    Me abandona, me deixa
    Não quero mais ver
    A luz do seu olhar
    Você manchou o lar que era feliz
    E agora quer voltar

    Leviana
    Sinto muito, mas vai tratar da sua vida
    Leviana
    Precisando eu posso te dar uma guarida
    Mas o meu lar
    Sente vergonha como eu
    O nosso amor morreu

  13. Drama universal

    (de Zé Ketti; por Roberto Ribeiro)

    Eu sempre pensei que você fosse mais feliz
    Me enganei
    A lágrima que você chorou
    Eu já chorei muito mais
    Podemos dar os braços
    Nós somos dois palhaços
    No teatro da vida
    E o nome da peça saiu de cartaz antes da despedida
    Por que o povo vaiou
    Eu não fui bom ator
    Não me deram guarida não
    Não não não não não

    Você se casou e teve igreja enfeitada
    Pensei, sorrisos abraços nome de mulher casada
    Você escolheu seu namorado
    Que foi uma cruz na sua estrada
    Seu amor deu em nada

    Seu caminho só tem flores
    Não tem mais espinhos
    Hoje você chora de alegria
    E mais liberdade
    Chora, chora, pelas ruas da cidade
    Chora, chora,
    Que meu coração também já não sente saudade

  14. Máscara negra

    (de Pereira Matos e Zé Ketti; por Zé Ketti)

    Quanto riso,
    Oh! quanta alegria,
    Mais de mil palhaços no salão
    Arlequim está chorando
    Pelo amor da Colombina
    No meio da multidão!

    Foi bom te ver outra vez
    Está fazendo um ano,
    Foi no carnaval que passou,
    Eu sou aquele Pierrot,
    Que te abraçou,
    E te beijou, meu amor,
    Na mesma máscara negra
    Que esconde teu rosto
    Eu quero matar a saudade.

    Vou beijar-te agora,
    Não me leve a mal,
    Hoje é carnaval!

  15. O meu pecado

    (de Nelson Cavaquinho e Zé Ketti; por Paulinho da Viola)

    Meu pecado foi querer na minha mocidade
    Amar muitas mulheres
    O tempo já passou
    Eu sinto saudade
    O meu pecado foi passar noites em serestas
    E bebendo por aí
    Pela cidade
    Nem com dinheiro as mulheres
    Já não me desejam mais
    Ah, se eu soubesse
    Voltaria ao meu tempo de rapaz
    O meu pecado foi querer na minha mocidade
    Amar muitas mulheres
    O tempo já passou
    Eu sinto saudade
    O meu pecado foi passar noites em serestas
    E bebendo por aí
    Pela cidade



Você gosta de samba? Então torne-se fã do site no Facebook!



Gostou? Divulgue no Facebook...
 





8 Comentários para o post “Zé Kéti – Biografia”

 

 

  1. nilton disse:

    este site é muito legal gostei muito mesmo.

  2. Augusto Brito disse:

    Lindo os Sambas de Zé Kéti nostalgia pura.

  3. Franklin disse:

    Salve! Salve ! Letras belíssimas ..... Grande Poeta !

  4. joao pereira ananias disse:

    ai esta os verdadeiros sambistas nâo sambeiros!

  5. brszsilva disse:

    nostalgia que contagia o coração e alma e tudo de bom

  6. Jean disse:

    Eterno Zé Kéti.

  7. Yara Sousa disse:

    Adorei todas as músicas do playlist. Excelente!

  8. Augusto Brito disse:

    Lindo, lindo , lindo.

 

 

Deixe um comentário


Get Adobe Flash player