Zé Catimba – Biografia

 

Nascido em Guarabira, na Paraíba, em 11 de novembro de 1942, como José Inácio dos Santos, "Zé Catimba" e mais recentemente "Zé Katimba", é filho de Josefa e João Inácio, Zé Catimba chegou ao Rio, mais precisamente ao Largo da Batalha, em Niterói, aos 10 anos. No Nordeste, o pai fazia literatura de cordel, tocava viola e era campeão de desafios. Na viagem rumo ao Rio, a mala da família levava a esperança de uma vida melhor do que aquela levada na pequena cidade paraibana.

Zé Catimba
Zé Catimba

 

Sambas:

  1. Tá delicia, tá gostoso (de Alceu Maia e Zé Catimba; por Martinho da Vila)
  2. Do jeito que o rei mandou (de João Nogueira e Zé Catimba; por João Nogueira)
  3. Assédio (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)
  4. Peso e medida (de Alceu Maia e Zé Catimba; por Toque de Prima)
  5. Me faz um dengo (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)
  6. Zunga (de Tiãozinho Mocidade e Zé Catimba; por Tiãozinho Mocidade)
  7. Minha e tua (de Alceu Maia, Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)
  8. Martim Cererê (de Gibi e Zé Catimba) - Samba-de-enredo 1971 - Imperatriz Leopoldinense
  9. O teu cabelo não nega (Só dá Lalá) (de Gibi, Serjão e Zé Catimba; por Dominguinhos do Estácio) - Samba-de-enredo 1981 - Imperatriz Leopoldinense
  10. Estrela Dalva de Oliveira (de Bill Amizade, Guga, Niltinho Tristeza e Zé Catimba) - Samba-de-enredo 1987 - Imperatriz Leopoldinense
  11. Na minha veia (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)
  12. Bandeira da fé (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Zé Catimba)
  13. Recriando a criação (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)
  14. Lara (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Mart'nália e Martinho da Vila)
  15. Jaquatirica (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)

 

Já na bagagem de Zé Inácio (nome herdado por seu filho, uma das grandes promessas entre os sambistas da nova geração), o tesouro era um papel muito especial: o “diploma” conferido por uma “professora” de 17 anos, atestando que o menino sabia ler. De lá pra cá, Katimba não voltou aos bancos escolares, formou-se e firmou-se cidadão brasileiro na escola da vida, transformando-se no poeta sofrido, lutador, amigo, que sabe transmutar tudo o que lhe é apresentado, seja alegria ou dor, em poesia.

Neste mundo já fez de tudo, engraxou sapatos, vendeu balas, trabalhou em curtume, atuou na “camelotagem”, foi porteiro, faxineiro, ajudante de pintor, limpou fossa, caixa de gordura e banheiros. E, daí, é taxativo: “trabalho duro fortalece a alma”.

Zé Catimba com seu filho Inácio Rios
Zé Catimba com seu filho Inácio Rios

E com Catimba, não deu outra. Mas a sua alma aprendeu a entrelaçar força com poesia. Uma poesia que transborda de seu olhar quando, não raro, se empolga: “isso dá samba!” Geralmente, a inspiração se manifesta numa mesa de bar, apesar de não beber mais nada alcoólico.

Com mais de 800 composições gravadas, figuram entre seus parceiros nomes como, Martinho da Vila (o mais antigo e constante), Inácio Rios (seu filho), João Nogueira, João Donato, Jorge Aragão, Alceu Maia, Roque Ferreira, Preto Jóia, Toninho Geraes, Paulinho Rezende, Carlos Colla, Agepê, entre outros.

Zé Catimba
Zé Catimba

No mundo das Escolas de Samba, começou como puxador de corda, nos primeiros anos da Imperatriz Leopoldinense; foi mestre-sala, Presidente da Ala dos Compositores, tendo vencido diversos Sambas-de-Enredo para a Escola, inclusive sendo seu Presidente. Na época da ditadura militar, chegou a ser perseguido político, devido a suas músicas de protesto. Participa de Ala dos Compositores da Escola.

 

Zé Catimba venceu a disputa de samba em sua Escola de coração, a Imperatriz Leopoldinense, 8 vezes. A seguir todos esses sambas-de-enredo;

  • 1997 - Eu sou da lira, não posso negar
  • 1990 - Terra Brasilis, o que se plantou deu
  • 1988 - Contra outra que essa foi boa
  • 1987 - Estrela Dalva de Oliveira
  • 1981 - O teu cabelo não nega
  • 1978 - Vamos brincar de ser criança
  • 1972 - Martim Cererê
  • 1971 - Barra de ouro, barra de rio e barra de saia


Zé Catimba, Inácio Rios e Martinho da Vila - Martim Cererê

“ Zé Katimba – Que grande destino reservaram pra você!”, escrito pelo jornalista Fernando Paulino e publicado pela Editora Panorama, é o livro que conta a história de um dos poucos fundadores vivos da escola de samba Imperatriz Leopoldinense, um dos principais campeões de sambas-enredos do Rio de Janeiro: José Inácio dos Santos, o Zé Catimba.

Capa do livro: Zé Katimba – Que grande destino reservaram pra você!
Capa do livro: Zé Katimba – Que grande destino reservaram pra você!

 

Sambas e suas respectivas letras:

 

  1. Tá delícia, tá gostoso

    (de Alceu Maia e Zé Catimba; por Martinho da Vila)

    Assim como adolescente
    O cupido me pegou
    Me apaixonei por seu beijo
    Sem você eu nada sou

    Vem me salvar boca a boca
    Tô morrendo de amar
    Vem fazer amor bonito
    Vem pra se deliciar
    Você é fêmea no cio
    Deixa seu macho dengoso
    Quando diz no meu ouvido
    Tá delícia, tá gostoso

    Tá, tá, tá
    Tá delícia, tá gostoso

    É amor, é paixão
    É você a dona do meu coração

  2. Do jeito que o rei mandou

    (de João Nogueira e Zé Catimba; por João Nogueira)

    Sorria!
    Meu bloco vem, vem descendo a cidade
    Vai haver carnaval de verdade
    O samba não se acabou

    Sorria!
    Que o samba mata a tristeza da gente
    Quero ver o meu povo contente
    Do jeito que o rei mandou

    Bate lata, bate surdo
    Agogô e tamborim
    Bate fundo no meu peito
    Um amor que não tem fim
    E pra não cair da escada
    Bate o prego, meu senhor
    Bate o pé, mas bate tudo
    Do jeito que o rei mandou

  3. Assédio

    (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)

    O que vou fazer com o meu coração insano?
    Humano também pode ser tirano

    Eu já lhe cortejei, demais
    E sem lhe possuir, amei
    O assédio que você faz
    Tá me deixando tão perdido

    O que posso fazer na vida
    Pra não ficar enlouquecido?
    Eu não sou Paiacam, nem Clinton
    E nem sei o que sou capaz

    Com prazer me provoca
    Põe água na boca, me dá esperança
    Na seqüência me esnoba e volta ao assédio
    Parece criança
    Qualquer dia me envoco
    Lhe pego na raça
    Tal qual Mike Tyson
    Vai gritar, vai gemer
    Vai chorar de prazer
    E depois me acusar

  4. Peso e medida

    (de Alceu Maia e Zé Catimba; por Toque de Prima)

    O nosso amor é coisa tão bonita
    Canto de sereia em alto mar
    Uma canção que faz a gente se entregar
    Luzes que se espalham pelo ar
    É brisa leve, é calor que espanta o frio
    É sonhar

    É peso e medida
    Beco sem-saída
    É fome, é comida
    Jeito de perdão
    É cumplicidade
    A nossa verdade
    É felicidade
    Em forma de canção

  5. Me faz um dengo

    (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)

    Me faz um dengo, me faz um chamego
    Me tira o sossego, me faz cafuné
    Me faz um dengo, me faz um chamego
    Me faz bem homem que eu te faço bem mulher, (me faz)

    Se quiser me arranhe me agarre e me morda
    Que eu Me arrepio chego quase a desmaiar
    Te dou um beijo te ouriço toda
    Te deixo bem doida a se desvairar

    Amorzinho
    Como é bom
    Repousar nesse teu colo
    Descansar da relação
    E um carinho
    Ao despertar
    E depois novos afagos
    Pra poder recomeçar

  6. Zunga

    (de Tiãozinho Mocidade e Zé Catimba; por Tiãozinho Mocidade)

    Zunga não zanga, pra que zangar
    Zunga não zanga deixa eu te amar

    Zunga é um terno carinhoso
    É um jeito tão dengoso
    De dengar a quem se ama

    Zanga que na Zunga não é zangada
    É a flor enamorada
    É o desejo, um corpo em chama

    Zunga da selva a magia
    Zunga teu jeito ousado
    Zunga no leito vadia
    Sabor de amor e pecado

    Vou mergulhar
    Vou me perder
    Me encontrar
    Todo em você Zunga
    Zangada vou me abandonar

  7. Minha e tua

    (de Alceu Maia, Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)

    Deus abençoa porque
    Somos o sol e a lua
    E quando há um eclipse
    Minha vida é minha e tua
    Num simples toque de olhar
    Faz se sentir toda nua
    E pra escandalizar
    É só minha, linda e pura

    Vida minha
    Minha, tua
    Minha, tua vida é minha e tua

    Ela é a terra virgem
    Eu semente de paixão
    Nossas lágrimas são chuva
    Nossos corpos plantação
    É uma afrodisia
    A me fazer germinar
    Desbravando o seu corpo
    Sinto o tato das carícias
    Que só eu posso provar

  8. Martim Cererê

    (de Gibi e Zé Catimba) - Samba-de-enredo 1971 - Imperatriz Leopoldinense

    Vem cá Brasil
    Deixa eu ler
    A sua mão menino
    Que grande destino
    Reservaram pra você

    Fala Martim Cererê
    Lá lá lá lá lauê
    Fala Martim Cererê
    Lá lá lá lá lauê
    Fala Martim Cererê

    Tudo era dia
    O índio deu
    A terra grande
    O negro trouxe
    A noite na cor
    O branco a galhardia
    E todos traziam amor

    Tinham encontro marcado
    Pra fazer uma nação
    E o Brasil cresceu tanto
    Que virou interjeição

    Lá lá lá lá lauê
    Fala Martim Cererê
    Lá lá lá lá lauê
    Fala Martim Cererê

    Gigante pra frente
    A evoluir
    Laiá laiá
    Milhões de gigantes
    A construir
    Laiá laiá laiá
    Gigante pra frente
    E a evoluir
    Laiá laiá
    Milhões de gigantes
    A construir

    Vem cá Brasil
    Deixa eu ler
    A sua mão menino
    Que grande destino
    Reservaram pra você

    Fala Martim Cererê
    Lá lá lá lá lauê
    Fala Martim Cererê
    Lá lá lá lá lauê
    Fala Martim Cererê

    Tudo era dia
    O índio deu
    A terra grande
    O negro trouxe
    A noite na cor
    O branco a galhardia
    E todos traziam amor

    Tinham encontro marcado
    Pra fazer uma nação
    E o Brasil cresceu tanto
    Que virou interjeição

    Lá lá lá lá lauê
    Fala Martim Cererê
    Lá lá lá lá lauê
    Fala Martim Cererê

    Gigante pra frente
    A evoluir
    Laiá laiá
    Milhões de gigantes
    A construir
    Laiá laiá laiá

  9. O teu cabelo não nega (Só dá Lalá)

    (de Gibi, Serjão e Zé Catimba; por Dominguinhos do Estácio) - Samba-de-enredo 1981 - Imperatriz Leopoldinense

    Neste palco iluminado
    Só dá lalá
    És presente imortal
    Só dá lalá
    Nossa escola se encanta
    O povão se agiganta
    É dono do carnaval

    Lá lá lalá Lamartine
    Lá lá lalá Lamartine
    Em teu cabelo não nega
    Um grande amor se apega
    Musa divinal

    Eu vou embora
    Vou no trem da alegria
    Ser feliz um dia
    Todo dia é dia

    Linda morena
    Com serpentinas enrolando foliões
    Dominós e colombinas
    Envolvendo corações
    Quem dera
    Que a vida fosse assim
    Sonhar, sorrir
    Cantar, sambar
    E nunca mais ter fim

  10. Estrela Dalva de Oliveira

    (de Bill Amizade, Guga, Niltinho Tristeza e Zé Catimba) - Samba-de-enredo 1987 - Imperatriz Leopoldinense)

    Zum, zum, zum, zum, zum, zum...
    A bateria
    Zum, zum, zum, zum, zum, zum...
    É harmonia
    Hoje é dia de festa
    Hoje é dia de folia

    Oh! Saudade, ô
    Hoje você é carnaval
    No palco do amor
    O teu papel é o esplendor, ô ô
    A Estrela Dalva brilha
    E ilumina o meu sonhar
    É a luz, é a poesia
    A vontade de cantar (vamos lá)
    Lá, lá, lá, lauê
    É carnaval, vou me perder
    Lá, lá, lá, lauê
    Vem, meu amor, quero você

    Bandeira branca
    Meu amor, eu peço paz
    Vamos sambar
    Viver feliz e nada mais

  11. Na minha veia

    (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)

    Eu quero você na minha veia
    Porque você é meu sangue
    Desejo ser seu sem engodo
    Ser o vegetal do seu lodo
    E você a flor do meu mangue

    Você é uma lua cheia
    Que lá no meu céu descamba
    Porém não é só minha musa
    Na minha cabeça cáfusa
    Você é o meu próprio samba

    Riqueza da minha rima
    O verso da poesia
    Gostosa gastronomia
    A minha ideologia
    E de Olorum obra prima

  12. Bandeira da fé

    (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Luiz Carlos da Vila)

    Vamos
    Levantar a bandeira da fé
    Não esmoreçam e fiquem de pé
    Pra mostrar que há força no amor

    Vamos
    Nos unir que eu sei que da jeito
    E mostrar que nós temos direito
    Pelo menos a compreensão

    Senão um dia
    Por qualquer pretexto
    Nos botam cabresto e nos dão ração

    Pra lutar pelos nossos direitos
    Temos que organizar, um mutirão
    E abrir o nosso peito contra a lei
    Do circo e pão

    E ao mesmo tempo cantar, sambar, amar, curtir
    Só assim tem validade minha gente
    Esse nosso existir

  13. Recriando a criação

    (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)

    Ao provar o seu batom
    Fui deixando me envolver
    Mandei a razão pros ares
    Ela me quis um Rondon
    Mas diz que eu fui em Zumbi
    Sensual rei dos Palmares
    Recriando a criação
    Despertei seu corpo tenso
    Pr'as delícias do amor
    Ela ficou tão feliz
    Que serena adormeceu
    Despertando me abraçou
    E falou,
    Bem, foi tão bom pra mim
    E eu fiquei assim, emocionado
    Foi, foi tão aderente
    Sua boca quente
    Num corpo suado

    Foi um momento lindo
    Quando dei por conta
    Tinha me entregado

    Eu quero ser
    Quero ser paizinho
    Quero ser filhinho
    Quero muito mais
    Eu quero ser
    Quero ser tudinho
    Pra você, carinho
    Vibração e paz

  14. Lara

    (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Mart'nália e Martinho da Vila)

    Lara, Lara, Lara, Ivone...

    Quando pego no cavaco
    Sai divina criação
    Vai brotando na garganta
    O que vem do coração

    Criou tanta obra-prima
    Pra se cantar com prazer
    O Império, e a Serrinha
    E o canto do tiê

    Tiê, tiê, tiê, tiê
    Tiê, tiê, canta pra Ivone

    Com a luz da poesia
    Maravilhosas canções
    Uma fonte de emoções
    Samba, tá ginga, tá na mente
    Ela é o chão e a semente

    É importante dizer
    Com certeza, faço parte desse que
    Aman você

    Dona Ivone...

  15. Jaguatirica

    (de Martinho da Vila e Zé Catimba; por Martinho da Vila)

    Chegou
    Desvirginando a minha mente
    E em mim se faz presente
    Com seu jeito sedutor
    Plantou em mim
    Plantou em si floresceu
    Um grande amor
    Igual já mais aconteceu

    Fêmea felina que lambe meu suor
    Minha caça perseguida
    Meu sentimento maior
    Minha canção preferida
    Meu acorde em tom menor

    Eu sei que é
    Esse tal de amor que fica

    É pequenina e gostosa
    Como banana nanica
    Uma mistura cheirosa
    Carvalho, rosa e arnica
    Me bebe como cachaça
    Me come como canjica

    Quem ela é?
    É minha Jaguatirica

    Parece gata selvagem
    Me arranha e me complica

    Quem ela é?
    É minha Jaguatirica



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12 Comentários para o post “Zé Catimba – Biografia”

 

 

  1. Cicero disse:

    Confesso que conhecia muito pouco da obra de Zé Catimba,mas me impressionei ao assistir o último Samba na Gamboa (13/03),TV Brasil,apresentado por Diogo Nogueira.O homem é fera...e parabéns ao site por divulgar,entre outros,o trabalho desse verdadeiro compositor do nosso Samba verdadeiro.

  2. Ierê Ferreira disse:

    Este blog é um grande presente para todos nos que temos o SAMBA como nossa cultura maior!!!
    Parabéns, sucesso e AXÉ sempre e desde já peço licença para visitar este terreiro.

    http://ierefoto.wordpress.com/

  3. bitencourt da beija flor disse:

    Que pena que hoje nos não temos um compositor tão bom quanto este

  4. habaette disse:

    Srs.
    Dono do referido site, faltou incluir em sua lista, a nossa querida DORINA.
    abs

  5. Lara Crhis disse:

    Parabéns pela organização e pelas musicas, vou confessar gosto muito de samba de Raiz, tem muitas musicas que eu ainda não era nem nascida, mais posso afirmar que quem e amante de um bom samba esse e o lugar.
    Abraço!

  6. Nely Silveira disse:

    Edjar
    Para qualquer contato com Zé Katimba, segue o e.mail ze.katimba@hotmail.com

  7. EDJAR PEREIRA disse:

    Gostaria de saber comoentrar em contato com ze katiba por telefone

  8. Eduardo Silveira disse:

    Zé Katimba, um Grande Criador com uma Obra gigantesca.
    Sua beleza poética, eu arrisco em dizer Êle é um SALMISTA do Samba.

  9. Deo Mário disse:

    O "fraksinatra" da Leopoldina.
    Era assim que o anunciava Adelzon antes de executar seus -dele- sambas. "Meu drama" era obrigatório.Jóia rara que me orgulho de ter guardado em um vinil idem.
    Parabens pela merecida lembrança e olho no Inácio...

  10. FABIO disse:

    SALVE MEU POVO... IMPRESSIONANTE ESTE SEU TERREIRO DE SAMBA PARABENS AMIGOS E SUCESSO COM A EMPREITA.
    SARAVA!!!

  11. Junior Santos disse:

    Simplismente o q me fez entender pq a internet foi criada !!! Benza a DEUS,tudo q eu queria na vida e não havia achado !!! Amo vcs !!!!

 

 

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